Campo de concentração gay na Chechênia
Campo de concentração gay: Tristeza
Cerca de 100 gays estão presos em um campo de concentração gay na Chechênia, de acordo com informações do site Metro. A Chechênia é uma das repúblicas que compõem a Rússia e é predominantemente muçulmana.
Segundo diversos grupos ativistas, esse é o primeiro campo de concentração gay desde a época de Hitler e o Holocausto. Pelo que dizem, o campo é utilizado para forçar a população gay a deixar a região.
Esse histórico russo não começou de hoje, mas desde 2013 quando revogou uma série de direitos gays no país, e piorou ainda mais com as repressões após um pedido para a Parada Gay na capital de Grozy.
Grupos de Direitos LGBTs afirmam que aconteceram diversos assassinatos na região.
‘Qualquer referência a tradições que justificam esse tipo de ação é amoral e criminosa‘.
Os ativistas protestam e alegam que nenhuma norma ou tradição nacionalista ou religiosa justifica qualquer sequestro ou assassinato de seres humanos.
As pessoas da região têm medo de falar sobre os assassinatos e o clima homofóbico que domina a região. Até porque é uma cultura de práticas violentas contras gays, lésbicas, bissexuais e trans, por isso é tão difícil checar as informações desse campo de concentração gay.
O que tem se feito é clamar para que as autoridades russas tomem as medidas possíveis para investigar esse caso.
Razman Kadyrov, íder da Chechênia, é próximo a Vladmir Putin e ajudou a implantar as leis muçulmanas na região.
Claro que a Chechênia negaria as acusações e Razman ainda diz que: ‘Se homossexuais existissem na Chechênia, não haveria necessidade de leis punitivas porque os próprios parentes ficariam responsáveis por mandá-los a um lugar de onde não retornariam‘, informou seu porta-voz. Um verdadeiro absurdo!
Denúncias também foram publicadas no Huffington Post. Segundo o Huffington Post, gays estariam sendo presos a partir de seus perfis em aplicativos e redes sociais. Já o jornal The Washington Post publicou um editorial criticando Razman Kadyrov em relação à população LGBT.
E tristemente a história se repete:












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